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PORTUGAL: Pelos caminhos do Tua

1 Junho 2011 No Comment

Os colaboradores da Concessão Douro Interior, Lote 6, levaram a cabo no dia 14 deste mês, uma Caminhada entre Brunheda e Foz do Tua. Há muito que esta ideia já tinha sido “cozinhada” pelos colaboradores Jorge Carvalho e Abílio Teixeira e em boa hora a colocaram em prática. “Esta iniciativa começou por ser destinada apenas a colaboradores na obra e seria um passeio entre amigos, mas rapidamente se alargou a outros colegas dentro da empresa, pois sempre defendi que deviam ser realizadas actividades que colocassem os colegas de vários sectores em convívio, para que a “família” que formamos durante cinco dias por semana se conhecesse pessoalmente”, confidenciou Jorge Carvalho. A iniciativa de Pedestrianismo ligou a estação da Brunheda à Foz do Tua, numa distância de cerca de 21 km, com passagens por Tralhão, São Lourenço, Santa Luzia, Castanheiro e Tralhariz, abrangendo os concelhos de Alijó (partida e regresso), Carrazeda de Ansiães (todo o percurso) e S. João da Pesqueira (Foz do Tua). Caminhos sinuosos, com a parte final a andar sobre balastro, e atravessamento da Linha do Tua esperavam os cerca de 30 participantes, de entre colaboradores da Mota-Engil Engenharia a familiares. “Sabíamos que, com início marcado para as sete da manhã em Alijó, seria um esforço extra que poderia limitar a adesão, mas todos os que se manifestaram com vontade de participar, improvisaram meios de cá estar na véspera e à hora todos compareceram, mesmo sabendo que o percurso era classificado de dificuldade média/alta”, referiu Jorge Carvalho. E todos lá se fizeram ao caminho, que o percurso e o calor que se adivinhava não iriam facilitar. Mas o companheirismo e o espírito de aventura davam alento para terminar esta magnífica e caminhante jornada, até mesmo para quem experimentava pela primeira vez este tipo de eventos. “Foi um grande desafio pois tratou-se do meu baptismo e o percurso era muito ambicioso: pela distância em si, pelo tipo de piso, pelo clima e ainda pelo imprevistos que foram surgindo pelo caminho como as alergias às flores e plantas da região. Mas o mais importante foi ter superado todos os obstáculos e ter chegado ao fim com o sentimento de missão cumprida”, ressalvou Paula Maria, uma das participantes. Realmente, a natureza, a fauna e flora da região foram factores que não deixaram ninguém indiferente. Para Célia Caipira, repetente em outro género de caminhadas, não lhe foi tão difícil suplantar as dificuldades, preferindo referir “o contacto com a natureza” como factor determinante e que mais lhe ficou na retina, além do convívio entre todos. “A linha percorre um vale magnífico de paisagens de sonho quase irreais, sempre acompanhada pelas águas do Tua, sendo que a calma e beleza são absolutamente indescritíveis”, acrescentou. A caminhada, que contou com o apoio das Câmaras de Alijó e Carrazeda de Ansiães, no transporte dos participantes do estaleiro para o início da caminhada e regresso, e distribuição de panfletos turísticos, terminou cerca das 14 horas, seguida de almoço entre todos, onde foram entregues lembranças e reforçados “os laços de amizade e convívio entre todos”. O objectivo foi conseguido, segundo Jorge Carvalho, que confidenciou que “já surgiram alguns desafios para se repetir iniciativas idênticas e até vontade de criar um núcleo de colaboradores da Mota-Engil Engenharia, vocacionado para organização deste tipo de eventos.” Perante os comentários positivos de todos, esperam-se mais iniciativas deste género, pois neste caso a organização tentou que a actividade tivesse custos reduzidos, mas que o convívio justificasse todos os sacrifícios. E as metas foram amplamente alcançadas. Venha a próxima!