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MOTA-ENGIL, BOM DIA!

1 Setembro 2011 No Comment

Ou boa tarde! É mais ou menos desta forma que todos os dias as recepcionistas da Mota-Engil, seja nos escritórios do Porto, Linda-a-Velha ou no Estaleiro do Porto Alto atendem as dezenas de telefonemas que recebem. Elas são, respectivamente: Fátima Rocha e Maria João, Beatriz Simões e Cândida Esteves. Em comum, e para além das tarefas inerentes ao atendimento ao público, ao telefone e pessoalmente, têm a boa disposição, a simpatia e o profissionalismo. Conheça aqui um pouco mais sobre os seus percursos na empresa e memórias.
Para Fátima Rocha (63 anos), ou D. Fátima como a maior parte das pessoas a conhece, não existe outro papel com que se identificasse tanto como o que desempenha há 22 anos na Mota-Engil. “Sempre gostei de exercer esta função e nunca ambicionei outra. Apaixonei-me pelo meu trabalho na Quinta da China e depois pelas pessoas que continuo a lidar aqui na Rego Lameiro”, sublinha.
A quantidade de gente que conhece, fisicamente ou pelo telefone, é uma das características mais gratificantes que destaca da sua profissão, bem como o facto de conseguir reconhecer a maior parte delas através da voz, “porque nós podemos passar anos sem falar com essa pessoa, mas a voz tem uma vantagem: não envelhece quando tudo em nós muda!”
Maria João (46 anos), igualmente há 22 anos na empresa, recorda os seus primeiros passos da sua carreira na Mota-Engil: “Comecei nas Varandas do Douro, até que passei para o edifício da Rego Lameiro. Éramos muito poucos, mas depois fomos crescendo, crescendo e hoje somos o que se vê”.
Das situações que continuam a surpreendê-la ressalva aquelas em que, finalmente, conhece aquela pessoa com quem falou inúmeras vezes ao telefone e chega à conclusão que a imagem concebida na sua mente não corresponde de todo à realidade. “Com a criação do portal on.me alguns destes casos foram suprimidos, mas que continuam a acontecer, continuam”, revela divertida.
Curiosamente também a trabalhar há 22 anos na Mota-Engil, Beatriz Simões (43 anos), actualmente nos escritórios em Linda-a-Velha, iniciou o seu percurso no Estaleiro de A-da-Beja e, posteriormente, no Estaleiro do Porto Alto (EPA). É visível a satisfação quando fala da mudança do EPA para Linda-a-Velha, há quase três anos.
“Assim que soube da vaga para Linda-a-Velha concorri e às vezes penso que ainda é um sonho ter tido esta oportunidade. Faço aquilo que gosto”, salienta, lembrando com um sorriso natural a cara de espanto de alguns colaboradores quando a viram no novo local de trabalho, pois não sabiam da mudança.
Entretanto, Cândida Esteves (39 anos) está na recepção do EPA há quase três anos e, embora trabalhe em regime de outsourcing para a Mota-Engil, afirma-se tão dedicada como as colegas acima referidas.
“O EPA é um local muito concorrido, por isso, a monotonia não faz parte da minha realidade, pelo contrário. Tenho a sorte de trabalhar num ambiente de muita simplicidade e de lidar com várias pessoas”, diz Cândida ao resumir o seu dia-a-dia profissional.
Com idades, personalidades e vidas diferentes Fátima, Maria, Beatriz e Cândida partilham o gosto pela profissão que desempenham todos os dias, com um sorriso!