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65.º ANIVERSÁRIO MOTA-ENGIL: SOMOS O QUE FAZEMOS E VAMOS CONSEGUIR

30 Junho 2011 No Comment

As palavras são de Ismael Gaspar, Presidente da Mota-Engil Engenharia e Construção, que adopta os lemas do Grupo para passar uma mensagem de força, adequada à forma como nos devemos preparar para enfrentar a grave crise que assola toda a Europa, como também para assinalar os 65 anos da marca Mota-Engil, celebrados no dia 29 deste mês.

Portugal está em crise profunda e as consequências no sector da construção já atingiram um nível preocupante e agravar-se-ão. O sector da construção está confrontado com a redução drástica do investimento público e privado nos próximos anos e o bloqueamento do sistema financeiro. Perante este panorama pouco animador, Ismael Gaspar afirma que o sector da construção vai ter que se redimensionar e as empresas inevitavelmente terão de se adaptar à nova realidade do mercado em Portugal.

“Os próximos tempos vão ser de instabilidade e de volatilidade no mercado doméstico, portanto, há que estar atento, e, no caso concreto da Mota-Engil Engenharia, a estratégia passa pelo inequívoco reforço da internacionalização”, sublinha o Presidente que recusa cruzar os braços, alertando-nos para a necessidade da nossa empresa ter de adaptar a sua organização à nova realidade imposta pela oferta bastante mais reduzida do mercado em Portugal. “Por essas razões, vamos ter que ser muito determinados em readaptar a nossa estrutura interna de uma forma inteligente e motivadora de forma a garantir a sustentabilidade e a rentabilidade, bem como procurar novos mercados. Estamos presentes em vários, mas é nos mais rentáveis que a aposta tem de ser mais firme”.

Quanto ao papel da empresa no desenvolvimento do Grupo, não há dúvidas: além de ser a principal área de negócio, a Engenharia e Construção está ligada ao sucesso do mesmo.

“A história que temos e que hoje conseguimos contactar e visionar, seja através do livro e filme, ambos com o título Construir uma Vida, ou através da Fundação Manuel António da Mota, recentemente constituída, consegue proporcionar-nos uma dimensão da importância que a empresa teve, tem e continuará a ter no seio do Grupo. Do seu fundador, adquirimos os valores, assimilámos uma cultura, mas acima de tudo a paixão e forma determinada em como enfrentava as dificuldades transformando-as em oportunidades. Vamos viver uma conjuntura em que a organização tem de se superar, porque o caminho faz-se caminhando e guia-nos a visão e o empreendedorismo de Manuel António da Mota”.

O Presidente, cujo cargo desempenha com muito orgulho, partilha connosco a sua visão: “Hoje, e nos 65 próximos anos, a construção vai continuar a ser uma área de negócio central no desenvolvimento da nossa marca. Terá um papel fundamental na sustentabilidade do Grupo, o que significa um enorme desafio para os menos jovens e para os mais jovens a quem vai ser pedido mais disponibilidade para a mobilidade geográfica”.

Ao contrário do que possa parecer, estas não são, de forma alguma, palavras austeras, são sim, e antes de qualquer juízo de valor, uma realidade essencial para garantir o estatuto e evolução do nosso Universo. “Temos de encarar o actual contexto como uma oportunidade para fundamentar e consolidar a perpetuidade da área da construção e do próprio Grupo. Afinal, Somos o Que Fazemos e Vamos Conseguir vencer este enorme desafio!”